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1.5 - Pressão Expiratória
A manobra de pressão expiratória consiste em deprimir de maneira passiva o
gradil costal do paciente, durante o período expiratório, com a finalidade
de aumentar a ventilação.
As mãos do fisioterapeuta devem estar acopladas sobre a região paraesternal
do tórax do paciente, caso este encontre-se em decúbito dorsal ou apenas com
uma das mãos posicionada na região paraesternal enquanto a outra dá suporte
à região torácica posterior, se o paciente estiver em decúbito lateral. A
manobra deve acompanhar o movimento respiratório do paciente, sendo aplicada
durante a expiração como uma pressão contínua no sentido crânio-caudal.
Além de aumentar o volume de ar corrente, uma vez que objetiva "desinsuflar
o tórax e os pulmões", esta manobra propicia também um aumento de mobilidade
do gradil costal, favorecendo ou ampliando a mecânica pulmonar.
Quando aplicada após a vibratoterapia ou percussão, tem o papel de conduzir
secreções para os brônquios de maior calibre, facilitando sua eliminação
pela tosse ou aspiração.
Uma observação que deve ser feita é que para a realização da técnica o
terapeuta deve posicionar o paciente sobre uma superfície estável afim de
evitar possíveis traumatismos nas estruturas osteocondroarticulares
torácicas e vertebrais.
É contra-indicada em pacientes com fraturas de costelas, edema agudo de
pulmão, pneumotórax espontâneo não controlado, derrame pleural e
cardiopatias valvulares.
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